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Graviola

Nome científico : Anona muricata L.

A graviola é um fruto de árvore proveniente da Amazônia. No Brasil é bastante apreciada e seu cultivo é comum em pomares domésticos de cidades e sítios das regiões Norte e, especialmente, Nordeste, onde existem áreas de plantio e mais se comercializa.
Árvore de pequeno porte com até 12 metros de altura
As folhas são grandes, alongadas, não recortadas, brilhantes e de coloração verde-clara a verde-escura. Flores amareladas hermafroditas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos.
Os frutos tem forma ovalada, ou em forma de coração, casca verde-pálida com falsos espinhos, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilos. Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, sucosa, de sabor agridoce, muito delicado e de aroma ativo. Sua polpa branca de agradável sabor, é muito utilizada para o preparo de sucos, sorvetes, mousses, gelatinas e pudins. A graviola contém uma boa quantidade de proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas C e B, potássio e fósforo.
A graviola deve ser colhida antes de amadurecer totalmente, pois, em virtude de seu peso, ela logo cai, esmagando-se e perdendo-se. Se colhida verde, seu sabor se altera. Madura, ao se tocar em seus espinhos, consegue-se perceber que ela está mole e seu pedúnculo fica um pouco mais escuro. Deve-se tomar cuidado pois a fruta madura ou com casca rompida se decompões rapidamente. Se não for para consumo imediato, escolha frutas bojudas de coloração verde-clara opaca, com saliências bem afastadas umas das outras, porém firmes. Se quiser maduras, escolha as que estiverem macias e com as pontas dos espinhos pretas.
Os frutos verdes podem ser consumidos como legumes, cozidos, assados ou fritos em fatias.
É ruim para pessoas com aftas ou ferimentos na boca, que devem evitar consumí-la in natura, pois sua acidez é irritativa e pode provocar dor.

A gravioleira frutifica de janeiro a março, não é árvore de frutificação abundante, mas o tamanho dos frutos compensa : a graviola pesa, em média, de 1 a 4 Kg.
As folhas são utilizadas sob a forma de chás e infusões para combater a diabetes, embora não se deva abusar dessas mezinhas porque lhe são desconhecidos os princípios ativos e as dosagens certas.