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Cajá

Nome científico : Spondias lutea L.

Na região Norte do Brasil chama-se Taperebá e na região Sul é também conhecido como Cajá-mirim. Na região da Bahia, a cajazeira é encontrada como árvore usada para sombreamento permanente do cacaueiro.
Árvore geralmente alta, com 20 metros. Folhas grandes de até 20 cm de comprimento, verdes escuras, compostas, aromáticas. Troncos com casca grossa, cinzenta e rugosa.
Flores hermafroditas, esbranquiçadas, reunidas em inflorescências terminais.
O fruto é tipo drupa, oval, casca fina e lisa, amarela quando madura, dourado - a verdadeira cor de Oxum na definição de Zélia Gattai. Polpa comestível de coloração amarelada, mole e de sabor agridoce, próximo do sabor da laranja, embora mais ácido, ao redor de um caroço volumoso. É rico em sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
A altura das cajazeiras dificulta a colheita dos frutos na planta, desse modo, os cajás maduros desprendem-se da planta e caem.
Fructifica quase o ano todo.
É bastante utilizada espremida e misturada com açúcar e cachaça para obter a caipirinha de cajá, que é cada vez mais apreciada. Usa-se muito também na confecção de suco, néctares, sorvetes, geléias, vinhos, licores. Devido a sua acidez, normalmente, não é consumido ao natural.